Descubra como a metodologia Waterfall funciona e quando usá-la em seus projetos

A metodologia Waterfall – ou cascata, em português – propõe um jeito mais tradicional de gerenciar projetos, em que as etapas seguem uma sequência definida.

É uma abordagem bem diferente das metodologias ágeis, por exemplo, que têm ganhado a preferência das empresas nos últimos anos.

Entretanto, assim como outras metodologias de gerenciamento de projeto, o método Waterfall pode funcionar muito bem para certos tipos de projetos, desde que seja feita uma avaliação correta de sua adequação para cada caso.

Continue lendo para entender como ele funciona, conhecer as suas etapas e quando usá-lo!

Metodologia Waterfall: o que é e como funciona?

Chamado também de “método tradicional”, o modelo Waterfall se baseia em fases sequenciais que envolvem um longo planejamento, além de escopo, cronograma e orçamento fixos.

Dessa forma, ele ajuda os gerentes a prever os custos e tempo total de execução de um projeto.

Isso é possível porque o maior peso é dado à etapa de planejamento. Nela, todos os aspectos são analisados profundamente.

E dizemos que se trata de etapas sequenciais, já que uma etapa só pode ser iniciada depois que a anterior for concluída – o que depende da aprovação das partes envolvidas.

Esse tipo de acordo também deve acontecer no início do projeto.

Ou seja, o gerente deve alinhar com o cliente tudo o que precisa ser feito ao longo do ciclo de vida do projeto.

É por isso que o método Waterfall não costuma ser indicado para projetos longos ou de alta complexidade. Afinal, eles estão sujeitos a diversas alterações de custos, qualidade, prazos, etc.

Por outro lado, projetos baseados nessa abordagem acabam sendo mais fáceis de gerenciar, já que todos os detalhes são planejados desde o início. Assim, os riscos se tornam menores.

Conheça as etapas do método Waterfall

Embora elas possam variar dependendo das necessidades de cada projeto, estas costumam ser as etapas principais:

Concepção

Nesta fase inicial, a equipe deve discutir e amadurecer a ideia do que será criado com o projeto junto ao cliente. A partir disso, é preciso fazer uma análise do custo-benefício para chegar a uma estimativa geral.

Iniciação

Então, chega a hora de registrar tudo o que o projeto precisa para ser desenvolvido. Isso envolve a convocação de profissionais para integrar a equipe conforme as tarefas vão sendo definidas.

Análise

Depois, testes devem ser feitos para analisar a viabilidade do projeto. Com isso, é possível especificar os requisitos necessários e documentá-los formalmente.

Design

Já nesta etapa o projeto começa a ganhar forma para ser concretizado. A partir disso, fica mais fácil avaliar os requisitos, traçar metas e criar um plano de ação.

Teste

A fase de teste tem o objetivo de eliminar os possíveis erros do produto ou serviço desenvolvido. Neste momento, os problemas precisam ser resolvidos antes da entrega do projeto.

Implementação

Como o nome diz, é quando a solução é lançada no mercado para ser usada pelos consumidores finais.

Manutenção

A manutenção acontece quando o cliente já está usando a solução desenvolvida, mas ela precisa de ajustes, correções de falhas ou erros.

Mas temos que lembrar que a proposta do Waterfall é que as etapas sejam seguidas de forma rígida para que nenhum grande problema seja identificado ao final.

Waterfall x metodologias ágeis: como saber qual é a melhor opção?

Waterfall

A discussão sobre qual é o método mais indicado pode ir longe e não chegar a lugar nenhum. Isso porque não dá para afirmar que um é melhor do que o outro.

Cada caso deve ser avaliado individualmente.

Mas é possível oferecer algumas pistas para que você consiga avaliar qual metodologia é a mais adequada.

Por conta de sua rigidez, a metodologia Waterfall ou cascata funciona bem para projetos com requisitos bem definidos, que não devem ser alterados.

Mas também pode ser adotada em projetos de aperfeiçoamento de um serviço ou produto que já existe e cujas adaptações necessárias estão previstas.

Resumo da ópera: se o seu projeto tem etapas bem desenhadas e que precisam ser seguidas de forma sistemática, o Waterfall pode ajudar você!

Entretanto, se o projeto tem requisitos sujeitos a mudanças e precisa de uma maior flexibilidade, as metodologias ágeis são mais recomendadas.

Isso porque elas permitem que adaptações sejam feitas ao longo da execução conforme os feedbacks são recebidos. São projetos, portanto, que demandam pequenas entregas frequentes, além de constantes ajustes de custo, prazos, escopo, entre outros.

Sendo assim, a escolha certa vai depender de uma análise do projeto para entender qual abordagem faz mais sentido para as necessidades específicas dele.

Quais são as vantagens do método Waterfall?

Diante de tantas metodologias de gerenciamento de projetos consideradas mais modernas, o método Waterfall acaba recebendo muitas críticas.

No entanto, ele pode gerar benefícios excelentes para certos tipos de projetos.

É possível fazer essa análise com base no planejamento que deve ser feito logo no início. Ao avaliar as necessidades, prever cenários e traçar as etapas, um trabalho muito minucioso é realizado.

Isso significa que todos os detalhes são arquitetados nos mínimos detalhes. Sendo assim, dificilmente você vai ter que lidar com custos ou riscos não previstos mais para frente.

Dessa forma, os projetos acabam se tornando mais simples.

Por mais que você tenha muito trabalho no começo, as próximas etapas são mais tranquilas.

Ao mesmo tempo em que a equipe sabe o que deve ser feito e lida com um fluxo de atividades organizado, o cliente sabe o que esperar dos resultados.

Além disso, o Waterfall valoriza a documentação com o objetivo de gerar registros que ajudem os profissionais a melhorar no futuro.

Portanto, quando você sabe exatamente qual é o resultado esperado e o que precisa ser feito, essa metodologia de gerenciamento de projetos é excelente. Ao mesmo tempo que é fácil de gerenciar, traça caminhos que levam seus projetos ao sucesso.

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